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A rivalidade entre irmãos é acentuada quando adultos possuem o hábito de compará-los

Que atire a primeira pedra quem nunca pensou em comparar. Aqui não é um espaço para julgamentos, mas sim de reflexão.
Quais são os prejuízos da competição? Diversos! Dentre eles o fato de que sempre vai existir um favorecido e outro em desvantagem, para os dois casos há desnatagens.

Possíveis prejuízos para os “favorecidos”:
– Sensação de superioridade.
– Distanciamento do irmão por se julgar superior.
– Acobertamento de erros para não sair da “zona de quem sempre acerta”, podendo criar o hábito de mentir.
Possíveis prejuízos para quem fica em desvantagem: 
-Sensação de inadequação.
-Baixa autoestima.
-Falta de motivação para tentar modificar certos aspectos.

O parâmetro mais ideal de comparação encontra-se no espelho. 
Que tal comparar a criança com ela mesma? Sem dúvidas o tempo também trouxe avanços para ela.


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3 motivos para aderir à rotina na vida das crianças

Costumamos a falar que a rotina é muito imporante para a vida das crianças, mas você sabe os motivos? Saiba agora três deles.

  1. A rotina oferece segurança para a criança.
    As rotinas geram a sensação de segurança e confiança. Sabemos que as crianças que seguem uma rotina diária tendem a ser mais confiantes.
    O que acontece é que quando os pequenos repetem a mesma tarefa todos os dias, eles desenvolvem a capacidade de prever eventos, isso faz com que eles tenham a sensação de que está tudo sob controle e com isso ganham uma segurança maior.
    ↪ 2. A rotina estimula a independência.
    Seguir uma rotina é um excelente exercício para estimular a autonomia das crianças. Por saber o que é esperado dela naquele momento, a criança apresenta condições para realizar as suas atividades sem que seja necessário a intevenção direta de seus cuidadores. Aqui falamos das ações que são indicadas para a faixa etária da criança.
    ↪ 3. A rotina favorece o desenvolvimento do senso de responsabilidade.
    Quando as crianças aprendem a seguir uma rotina elas desenvolvem um maior compromisso com as suas tarefas diárias, estando mais conscientes dos seus comportamentos e a assumindo a responsabilidade por suas ações.
Quadros de Rotinas da Little Lion, com opções de cartões extras dependendo da demanda da criança.

A nossa dica de Quadros de Rotinas é o que você encontra na Little Lion, inclusive você pode fazer o seu pedido pelo site: www.LittleLion.com.br

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A importância da empatia dos adultos no relacionamento com as crianças

Já falei sobre o surgimento da empatia na vida das crianças, agora é hora falar da importância da empatia dos adultos com as crianças.
☁️ Você trata as crianças que fazem parte da sua vida com empatia?
Você consegue pensar como ele/ela está se sentindo naquele exato momento passando por uma situação “X”?
☁️ Geralmente quando a criança apresenta tristeza ou dor é mais fácil se colocar de forma empática e acolher as emoções dela, dar um colo, um consolo… E ser empático no momento que surge uma raiva ou uma frustração por parte da criança? Será que conseguimos nos colocar no lugar dela (e)? Para muitos de nós esse é o momento mais desafiador.
☁️ Crescemos e naturalmente esquecemos muitas coisas.
É possível que não faça parte da nossa memória de hoje o quanto que na nossa infância a mesma situação “X” também nos causou raiva, frustração ou desespero, e que sentindo tudo isso o que nós menos precisávamos era de alguém que “nos rebatesse” com as mesmas emoções.
☁️ Na dúvida sobre como agir que tal pensar em como você gostaria de ser tratado se estivesse passando por aquela mesma situação?
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Conhece algum adulto que pode beneficiar uma criança e a sua relação com ela a partir dessa reflexão? Compartilha esse post com essa pessoa.
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Tamara Maia | CRP: 11/09971.
Psicóloga Clínica de Crianças e Adolescentes.

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Vamos falar sobre a famosa “Birra”?

 

 

Desde 2016 falo sobre esse tema através do instagram (@psicologiadainfancia), hoje nós vamos falar sobre a famosa “Birra” ou “Terrible Two” a partir de um resumão de parte do que já foi dito.

Começo esse texto com um convite: Vamos olhar de forma empática para essa fase?

A criança encontra-se aos 2 anos em transição, onde deixa de ser um bebezinho e ganha independência física para correr, pular, explorar.

Pensando em seu desenvolvimento emocional sabemos que a criança ainda não consegue lidar com certos sentimentos, que para ela são extremamente intensos!

A birra significa um alarme no cérebro da criança que causa um comportamento explosivo. O cérebro da criança encontra-se em desenvolvimento, por não estar pronto pode entrar em “curto-circuito”. O cérebro da criança pequena, até por volta de cinco anos, não possui desenvolvimento suficiente para compreender a relação entre seus atos e as consequências. Durante esse período a criança não demonstra controle emocional, não para “provocar e afrontar os pais com ataques de birra”, mas sim por não possuir amadurecimento neurológico suficiente para se comportar de forma equilibrada, por isso em alguns momentos ela entra em crise (crise = birra).

Durante o momento da “birra” o cérebro encontra-se em desequilíbrio, a criança vivencia um sentimento desagradável e um enorme mal-estar. Imagina o que acontece quando ela é ignorada ou punida por isso?
O desenvolvimento da criança não será facilitado e seu sofrimento será ainda mais elevado.

Explosões de emoções aos 2 anos são esperadas, algumas crianças apresentam mais, outras menos. Isso não quer dizer que a criança é “mal educada” ou “birrenta”.

Os principais fatores que desencadeiam o momento da birra, são: Fome, sono, cansaço, fortes emoções, excesso de estímulos, imaturidade cerebral.
Que tal pensar no que aconteceu antes dessa “birra”? O processo que deixa a criança nesse nível de gritar ou se jogar ao chão precisa ser percebido para que nas próximas vezes os pais consigam intervir antes do “disparo do gatilho”.

Aos 2 anos (em média) a criança começa a aprender a lidar com as emoções, a maneira que os pais vão conduzir esse processo faz toda diferença para as fases futuras. Não esqueça que os adultos são sempre o exemplo, perceba como você lida com as suas frustrações: Como você lida quando um trabalho foi atrasado? Como lida quando o companheiro (a) faz algo que não te agrada? E quando o trânsito fica um caos?

De fato as crianças por volta dos 2 anos podem apresentar alguns comportamentos como se jogar no chão, chorar de forma escandalosa, então vem a pergunta: O que fazer durante a birra? Minha resposta é: Não há uma fórmula mágica, mas há opções que podem ser utilizadas nesse momento. Dentre essas opções, aqui vai uma: Acalmar, acolher e conversar (AAC).

Como acalmar? Abraçando, beijando, olhando no olho da criança. São atitudes simples e eficazes. Pode ser que no começo a criança pareça não querer esse acolhimento, mas logo também irá perceber a melhora. O afeto no momento da birra tem o poder de liberar ocitocina (o conhecido hormônio do amor), baixando assim os níveis de cortisol (hormônio do estresse que é liberado no momento de tensão).

Como acolher e conversar? Auxilie a criança a descobrir o que ela sente, busque compreender os sentimentos envolvidos no momento da birra ou crise.

Crie uma oportunidade para desenvolver as conexões cerebrais da criança que serão essenciais para que ele possa lidar com futuros estresses. Valide a emoção da criança, sem menosprezar o que ela sente naquele momento.

Importante: Busque ter autocontrole e muita paciência, lembre-se que você é adulto e que as crianças aprendem por meio do exemplo.

A fase dos 2 anos ganhou o nome de terrível através do “terrible two”, eu particularmente não gosto de chamá-la assim. Aos 2 a criança apresenta uma série de descobertas, novas brincadeirinhas, gracinhas… Já olharam por esse ângulo?

Psicóloga Tamara Maia – CRP: 11/09971.

Você conhece alguém que poderá se beneficiar com esse conteúdo? Manda o link do blog para essa pessoa.

Também estou diariamente no Instagram, me segue: @psicologiadainfancia.